terça-feira, 10 de novembro de 2009

Visões sobre Age Of Empires III

Salve, salve, meninos, meninas e turminha feliz que visita este humilde blog.

Desculpem a demora para postar alguma coisa inútil aqui, mas é que estou numa correria danada (não, não estou praticando atletismo nem fugindo da polícia, animal de teta!).

Os cabras do Clã do Abade estão eufóricos com o novo jogo: Age of Empires III. Tá uma gazelada, gigante!

Enfim, o Age é um daqueles jogos que você não consegue traçar um objetivo específico: ele sempre muda, de acordo com as escolhas dos outros jogadores. Até agora, jogamos ele em quatro e três pessoas. O mais equilibrado foi em quatro pessoas, no meu ponto de vista (para com essa gracinha de ficar falando: de quatro? hmmmmm).

Nas minhas jogadas, até agora, eu consegui boas pontuações por estabelecer um pensamento de manter pelo menos três territórios por turno, e segurar pontos nas mercadorias (açúcar, cacau, gado, prata, entre outros). Isso não é regra, nobres amigos, é meu pensamento.

Uma das coisas que eu achei interessante, observando os jegues jogarem, foi que eles conseguiam pontos por estarem em segundo lugar em várias terras conquistadas, ao invés de manter apenas territórios próprios.

No caso, El Primoroso e El Frígido usaram desse pensamento e deram um up no tabuleiro depois da terceira e quarta rodadas. Eles tinham um ou dois territórios únicos durante todo o jogo, e vários territórios subconquistados (segundo lugar, animal).

El Ávaro não abusou das expedições, mas soube equilibrar também os personagens. Por incrível que pareça, um dos poucos jogos que ele não ficou atrás de dinheiro. Mas, Mau Caveira (nosso peludinho do coração) provou que é fundamental no jogo o equilibrio entre personagens (jesuíta, mercador, capitão e soldado).

Portanto, é realmente, ao meu ver, um xadrez bem bacana dos tabuleiros. Você deve ter um equilíbrio entre personagens na hora de estabelecer território, um equilibrio entre mercadorias para a somatória de pontos e saber os momentos certos de se fazer conquistas.

Ah sim, abusar também na hora de conquistar territórios externos (aquelas cartas que tem territórios que não estão no tabuleiro, como China, Japão, India, Tangamandápio, etc).

Enfim, com o passar do tempo, a iremos publicando mais teorias do Age of Empires, hoje, um dos top-fives do nosso Clã.

inté

Jorge, el Chiquitito, que sempre faz a piadinha de que tudo na vida é passageiro, menos o cobrador e o motorista.

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