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sábado, 13 de dezembro de 2008

This is Munchkiiiiiiiiiiiiiiin

Hello little and dear cabras!

Hoje vou falar de um cardgame que faz tempo que eu não o jogo e vou tentar atiçar a galera. Com vocês minha resenha de Munchkin!



Criado por Steve Jackson, criador do melhor sistema de RPG (não é o D&D seu jegue!) do mundo e também autor de Chez Geek e Car Wars entre outros, Munchkin vem para zoar com os jogadores de RPG.

Na terra do Tio Sam, “Munchkin” é usado para descrever aquele jogar de RPG que não liga para o RP (“roleplaying”, seu animal de teta!) e só pensa em ter o personagem mais poderoso de todos.
Comprando a caixa original por apenas R$ 35,00 você leva pra casa um jogo muito divertido, constituído de dois baralhos. O baralho das portas, onde ficam os monstros, as maldições, raças e classes, e o baralho de tesouro, recheado de itens bacanas como “Espada Vorpal”, “Joelheira da Sedução” entre outros. Se você é tão burro quanto o Quico (da turma do Chaves) , relaxe... o jogo está em português.



Os monstros variam em níveis e estes nível podem ser alterados, o que torna os combates incrivelmente imprevisíveis. No combate, some o nível do jogador, mais seus itens e veja se esse número é maior que o nível do monstro, ele sai vencedor e pode ficar o tesouro do monstro. Mas não é só isso. Você pode estar com seu personagem no nível 2 enfrentando o modesto monstro chamado “Vaso de Planta” (nível 1). A vitória parece certa até que outro jogador joga na mesa a carta “Furioso”, que aumenta o nível do monstro em 10. O monstro ainda é um “Vaso de Planta” porém agora ele está furioso!
No caso citado ainda temos algumas opções como pedir ajuda para outro jogador (fazendo isso amigavelmente ou com ameaças) ou tomar o caminho dos covardes e fugir! Run cabra, run!

* O jogo consiste em matar mais monstros, acumular mais tesouros, e tentar chegar ao décimo nível antes dos seus amigos. Em sua escalada rumo ao décimo nível e a vitória completa sobre os outros munchkins, o jogador conta com diversas estratégias mais do que manjadas em jogos de mesa: “Choramingar com o GM”, “Invocar Regras Obscuras”, “Erro Conveniente de Contas” e o incrivelmente simples “Cheat”, entre outras.

* Mas a maior diversão de Munchkin está nas cartas, que são de um humor inteligente e inesperado. As ilustrações de John Kovalic são simplesmente hilárias. O sorriso malicioso do clérigo, o olhar esnobe e enjoado dos elfos, a rabugice dos anões e os halflings comilões. Durante as primeiras partidas, o jogador iniciante se sente compelido a mostrar suas cartas para os outros jogadores, porque algumas são engraçadas demais para não comentar, como o Monstro Errante pedindo carona, o hipopótamo alado (“Hipogrifo”) e o “Ralador de Queijo da Paz”, entre outras.
Temos no acervo do clã: Munchkin Bites (ambientado no mundo das trevas), Star Munchkin (preciso dizer?) e duas expansões para o módulo básico: Erros Clericais e Machado Sobrenatural.
Particularmente acho o Munchkin nota 9. Tem sorte na medida certa e muita diversão, além de ser realmente desenhado para os “Munchkins” da vida.


Kinho, El Primoroso, que se considera capaz de vencer qualquer personagem do sistema 3d&T usando apenas uma corda de viola.


* trechos extraídos do texto de jack_lagriffe, chamado “Dungeons sem complicação